A Grande Síntese (resumo) - CAP 14: DO ÉTER AOS CORPOS RADIOATIVOS

1. Muitas nebulosas que vedes aparecer nos espaços sem um precedente visível, nascem por condensação de energia, a qual, após a imensa dispersão e difusão devida à contínua irradia­ção de seus centros, concentra-se, seguindo correntes, que guiam sua eterna circulação, em determinados pontos do universo. 

2. Aí, pela grande lei do equi­líbrio, acumula-se, e se dobra sobre si mesma, compensando e equilibrando o ciclo inverso, já esgotado, da difu­são que a guiara de uma coisa à outra, para animar e mover tudo no universo.

3. De todas as partes deste, as correntes trazem sem­pre nova energia, o movimento torna-se cada vez mais intenso, o vór­tice fecha-se em si mesmo, o turbilhão transforma-se em um ver­dadeiro núcleo de atração dinâmica. Quando ele não pode su­portar mais em seu âmbito todo o ímpeto da energia acumulada, chega a um momento de máxima saturação dinâmica, em que a velocidade torna-se massa, nos infinitos sistemas planetários íntimos, do qual nascerá o núcleo, depois o átomo, a molécula, o cristal, o mineral, os amontoados solares, planetários, siderais

4. Nenhuma fase existe isolada. A energia na fase de ida ou de re­torno, é sempre o traço-de-união entre a e g; reveste todas as for­mas, tanto que em vosso baixo mundo, o pensamento só sabe existir com o apoio da energia. 

5. O éter é a transição entre matéria e energia. Comporta todas as formas dinâmicas puras: calor, som, eletricidade. É o pai do hidrogênio, de onde partem as nebulosas e aonde volta a energia libertada do radioativo rumo à beta.







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